Xenobióticos, os tóxicos do meio ambiente

Metais pesados:

 

Alumínio (al)

E um mineral tóxico amplamente difundido no meio ambiente. Pode ser absorvido a nível gástrico (via oral), o através d0 olfato.

Fontes:
  • Panelas ( no cozimento de alimentos ácidos como o tomate e o ruibarbo se alcança a 170 mg por quilo, sendo o limite 20 mg /kg), utensílios, embalagens de comida.
  • Desodorantes e anti- transpirantes
  • Agua da torneira (Sulfato de alumínio é usado no tratamento da água)
  • Sal de cozinha (como anti-agregante).
  • Farinha branca de trigo
  • Antiácidos, aspirina
Efeitos tóxicos no organismo humano:
  • Consegue bloquear o metabolismo de Cálcio e Fósforo, e produzir osteomalacia (desmineralização esquelética por não poder fixar o cálcio e o fósforo sobre o tecido osteoide) e osteoporose.
  • Problemas de memória e aprendizagem.
  • Encefalopatías e desordens neurológicas : Demência senil ou Alzheimer. Inibe a produção de tetrahydrobiopterin, um co-factor essencial na formação dos neurotransmisores no cérebro. Alumínio aumenta a permeabilidade da barreira hemato encefálica permitindo o passagem de certos péptidos, moléculas xenobioticas e um aumento significativo de Cálcio no cérebro causando peroxidação lipida e também alterações eléctricas dos neurónios.
  • Nefrites e degeneração renal
  • Acumulasse no fígado e interfere na sua função.
  • Problemas artríticos
  • Tratamento e medidas de protecção:
  • Glicina:50 mg por peso do paciente por dia repartidos em 3. Remove o alumínio  do corpo.
  • Magnésio malate
  • EDTA (ethylennediamine)
  • Spirulina y chlorella

Cádmio (Cd)

Se absorve principalmente a través da respiração e um pouco a través da digestão (3 a 7%). Se acumula principalmente nos rins e no fígado (70%). A eliminação é principalmente urinaria é acessoriamente no suor, salivar, unhas e cabelos.

Fontes:
  • Baterias
  • Fertilizantes, fungicidas.
  • Anti-sépticos
  • Gasolina
  • Fumo de tabaco (16 a24 mcg por cigarro)
  • Plásticos
  • Pigmentos
  • Ostras e mariscos
  • Carnes, fígado e rins de animais tratados com vermífugo, ou alimentados com produtos de zonas industriais.
  • Refrigerantes e café instantâneo.
Efeitos tóxicos no organismo:
  • Distúrbios renais : Cd (5 a 15 mcg/g de creatinina)  provoca lesões tubulares impedindo reabsorção de proteínas (que transportam vitamina D e retinol), glucosa, e ácidos aminados. A evolução a uma nefropatía tubular intersticial é lenta e depois há uma insuficiência renal.
  • Hipertensão :  Cd elimina Zn nos rins (Zn ajuda a regular a pressão arterial)
  • Imunosupressão: Aumenta a susceptibilidade a infecções bacterianas e virais.
  • Retardo e desenvolvimento anormal do feto.
  • Predispõe a câncer bronco pulmonar e da próstata (também hipertrofia).
Tratamento e medidas de protecção:
  • Os alginatos (algas como kombu, wakame, nori)
  • Vitamina C
  • Zinc picolinato
  • Sélenium
  • DMSA (dimercaptosuccinic acid)

 

Chumbo (Pb)

Existem 2 tipos de intoxicação: A clássica, que pode ser  certamente fatal (dor abdominal intenso, vómitos, agitação, convulsão, paragem renal e colapso). A outra é a acumulação crónica de baixo nível, tanto profissional como ambiental. Desta última ocuparemos nos  em detalhar a sintomatologia e efeitos  biológicos na nossa saúde via absorção cutânea, pulmonar e digestiva.

Fontes:
  • Na atmosfera urbana : Fumaça da combustão de petróleo dos carros; fumo do carvão e do tabaco (10 a 20 microgramas / cigarro); incineradoras de plásticos e de madeiras cobertas com pinturas com chumbo;  poeira;
  • Jardins e campos agrícolas junto a estradas  de muito trafico, e terrenos adjacentes a fabricas de baterias.
  • Pintura a base de chumbo para interiores e exteriores
  • Agua da torneira canalizada em tubos de chumbo (sobretudo de águas ácidas e pouco calcarias)
  • Cerâmicas vidradas , recipientes de vidro (garrafas de vinho)
  • Conservas de lata em embalagens selados com chumbo.
  • Tintas para cabelo.
Efeitos tóxicos do chumbo no organismo humano:
  • Danifica o sistema imunitário: torna o indivíduo mais susceptível  as infecções.
    Problemas de aprendizagem (baixo QI), concentração e memória a curto tempo:  Pb bloqueia a enzima colinesterase.
  • Problemas mentais e do sistema nervoso: Astenia, insónia, irritabilidade,  hiper actividade infantil,  e depressão.
  • Perturbações da libido e espermatogénesis: Pb tem uma actividade toxica directa sobre o testículo, responsável de uma oligo-astenospermia, acompanhada de uma disfunção da testosterona.
  • Doenças cardíacas: A incidência da falta de Chromium na dieta refinada esta associada a problemas cardíacos. Chromium a parte de ser um factor de tolerância da glucose, e protector do HDL e  da toxicidade do chumbo.
  • Disfunção renal : Nefropatia Tubo-intersticial (a 80 a 85 microgramos /100 ml de sangre total) Oligúria, albuminúria, alto nível de ureia sanguínea, de acido úrico sérico, de creatinina sérica, de proteína na urina, quantidade anormal de leucócitos e hematites na urina. Hipertensão.
  • Anemia hemolitica e distúrbio na hematopoiesis : Devido a uma deformação ou destruição dos glóbulos vermelhos (eritrócitos) por Pb e déficit de vitamina C & E.
  • Indução o aborto, mal formação congénita e desarrolho mental defectivo.
Metabolismo do chumbo:
  • Pb armazena-se nos ossos (90%) sobre forma de trifosfato de onde é trocado por cálcio) isto é, a menos cálcio nos ossos mais chumbo.
  • Pb circula no sangue ligada a plasma proteica e os glóbulos vermelhos.
  • A eliminação faz-se a 80% a través do sistema urinário e minimamente no suor.
Tratamento e medidas de protecção:
  • Vitamina C.- Uma redução significativa na concentração do chumbo observa-se a nível hepático e sanguíneo com uma suplementação oral de 100 mg / kg durante 3 dias.
  • Zinco picolinate.-  Potencializa a eliminação de Pb em sinergia com Ca.
  • Cálcio e magnésio citrato
  • DMSA (Dimercaptosuccinic acid)
  • Complexo de Vitamina B (B1 e B6).-  B1 , a 75 mg / kg, aumenta a excreção de Pb a través da urina e da bílis.
  • Chromium
  • Vitamina D
  • Vitamina E & Selénio
  • Chlorella & Spirulina
  • Ácido alginico ou alginato de sódio
  • Ácidos aminados: N-acetil-cisteina, glicina, metionina.

 

Mercúrio (Hg)

Recentemente foram   reconhecidos  os efeitos adversos deste metal liquido em dosagem baixa (3 ug /100 ml de sangue).  Hoje em dia estamos mais expostos a este toxico a través do meio ambiente que no passado.

Fontes:
  • Sementes agrícolas e de jardinagem: Utilizam-se compostos com mercúrio inorgânico como fungicida. Se por erro se usa sementes de trigo ou outro cereal para pão, pode ser extremadamente tóxico.
  • Fabricas de plástico: Poluem os rios com mercúrio orgânico (methyl mercury sulphide and chloride). Foi o caso do desastre do rio Mimata (Japão), aonde uma parte da população que tinha ingerido peixes e mariscos contaminados, durante alguns meses, adoeceram com sintomas de tremores, confusão mental, paralisia . Houve muitos que acabaram por morrer e outros ficaram com danos irreparáveis do sistema nervoso central.
  • Amalgamas dentarias : Varias pesquisas demostram que o mercúrio das amalgamas podem suprimir os glóbulos brancos, portanto, a resposta do sistema imunitário. Foi demonstrado que vapores de mercúrio se desprendem das amalgamas mastigando alimentos quentes e salgados. As bactérias na boca podem metilatar o mercúrio tornando mais toxico ainda (100 vezes mais que na forma orgânica).
Efeitos tóxicos do mercúrio no organismo humano:
  • Urticária ou eczema na pele.
  • Problemas do sistema nervoso central: neurológicos (semelhante a esclerose múltipla), tremores da mão, língua e olhos
  • Problemas emocionais e sintomas mentais: irritabilidade, mudança de humor, medo, depressão ou estimulação sem motivo, falta de estima, apatia, perda de memória e concentração.
  • Hipertensão
  • Defeitos de nascença, ou mal formação congénita de crianças de mães expostas a metil mercúrio.
  • Problemas de gengivas: esponjosa e mole. Excessiva salivação.
  • Diminui Glutatião peroxidase e de SOD.
Tratamentos e medidas de protecção:
  • Selénio methioninate (em sinergia com Vitamina E).- A capacidade protectora do Se foi confirmada por muitas pesquisas de laboratório. O mecanismo esta relacionada com sua capacidade antioxidativa (methyl mercúrio causa peroxidação nos tecidos lipofilicos (cérebro, olhos)
  • Ácido alginico ou alginato de sódio.
  • Vitamina C & Flavanoides (Emblica officinalis)
  • Zinc picolinate
  • DMSA
  • PectaSol ® (pectina modificada)
  • Citrato de magnésio
  • Acidos aminados: Cisteína, N-acetil-cisteína (NAC), metionina (excelente chelador), glicina.
  • Chlorella, Spirulina,
  • Pectina da maçã.

 

 

  1. Levander, O.A et al (1980) Erythrocyte deformability as affected by vitamin E deficiency and Lead toxicity. In “Micronutrient interactions”. Annals of the New York Academy of science
  2. Satija, N.K. et al (1998) Lead induced disorders in hematopoietic and drug metabolising enzyme system and their protection by ascorbic acid. Biomed. Environ. 11(1): 7-14
  3. Tandon, S.K and Flora, SJ (1990) Beneficial effect of Zinc supplementation during chelation treatment of lead intoxication in rats. Toxicology 64 (2): 129-139
  4. Olkowski, A.A (1991) The effects of thiamine and EDTA on biliary and urinary lead excretion in Sheep. Toxicology Lett. 59 (1-3): 153-159
  5. Saad, ST et al (1998) Abnormal antioxidant system in erythrocytes of mercury-exposed workers. Human Exp. Toxicology 17 (4): 225-230

Toxidade ambiental e saúde humana

De acordo com a definição da OMS, “saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social, e não apenas ausência de doença”. É precisamente essa ausência de bem-estar que caracteriza o homem moderno. Esse mal-estar generalizado conduz-nos a um sofrimento indefinido que podíamos definir como uma síndrome do homem envenenado por um lado e do homem estressado por outro.

Cada dia que passa estamos mais expostos a centenas de novas substâncias tóxicas, denominadas Xenobióticos (1), quer estejamos dentro ou fora de casa. A contaminação ambiental é produzida principalmente pelos centros industriais e agrícolas. Tóxicos como dióxido de enxofre, monóxido de carbono, dioxinas, benzeno, benzo-alfa-pyrene (combustão dos escapes dos veículos, fumaça de fábricas e lixeiras). Esta última merece uma nota à parte, devido a sua alta capacidade destrutiva. Por outro lado, temos os metais pesados como cádmio, mercúrio, alumínio e chumbo, que podem produzir danos que afectam quase todos os órgãos e sistemas do nosso organismo. Talvez de todos eles, os mais preocupantes são o chumbo e mercúrio, devido a sua omnipresença.

Setenta por cento do chumbo que ingerimos vem através da poluição atmosférica produzida por veículos (utilizado nos combustíveis dos automóveis como agentes anti-detonantes), na água da torneira com canalizações de chumbo ou ao consumir bebidas ou frutas enlatadas; além disso, o chumbo é ingerido também através dos alimentos tratados com pesticidas (arseniato de chumbo) ou ao consumir frutas e legumes cultivados em áreas próximas das estradas de grande movimento. Uma intoxicação crónica deste metal produz fraqueza, insuficiência renal, dores de cabeça, anemias, distúrbios neurológicos, problemas comportamentais, baixa capacidade de concentração e de memória (principalmente em crianças e adolescentes).

Outro dos tóxicos que deve merecer a nossa preocupação e cuidado é o mercúrio. São numerosos os estudos toxicológicos e epidemiológicos publicados em revistas científicas, que demonstram o efeito deste metal na saúde. Segundo uma investigação da Universidade de Tubingen, na Alemanha, feita com base na recolha de 20.000 mostras de saliva, as doses de mercúrio são 100 vezes mais elevadas do que as toleradas. Este metal ao penetrar o nosso organismo pode induzir estados patológicos muito variados, desde alergias até espasmo filia, depressões, fadiga crónica, além de outras disfunções do sistema nervoso. O primeiro responsável pela presença deste metal é as amálgamas dentárias. Dentro da política global de protecção ambiental e sanitária, a Suécia aparece-nos como o primeiro país europeu a prevenir o uso da amálgama dentária.

Dentro de casa temos o formaldeido (usado nos móveis, cortinas etc.), partículas de gás propano, monóxido de carbono, lixívia, alumínio (na água da rede, produtos de beleza e medicamentos). Quase toda a alimentação convencional se encontra repleta de nitratos (2), pesticidas e aditivos. As frutas e legumes contaminados com pesticidas organo clorados e insecticidas xeno-estrógenos (3) interferem no metabolismo hormonal assim como na espermatogênesis. Realizaram-se na Holanda, pesquisas com pessoas que consomem apenas produtos biológicos e estas revelaram não haver qualquer diminuição da fertilidade. A carne e produtos lácteos estão contaminados hoje em dia com antibióticos, hormonas de crescimento, dioxinas etc. O modo de preparar os nossos alimentos é também fonte de toxicidade, como por exemplo, quando fritamos com óleos impróprios a suportar temperaturas altas, quando usamos carne ou peixe defumados ou torramos o pão ou café. Tudo isso produz uma substância altamente cancerígena: o benzo-alfa-pyrene. Este hidrocarboneto poli cíclico aromático é o responsável de primeira linha pela formação do cancro do pulmão, esófago e cólon, de acordo com estudos realizados nos anos 80 pelo Dr. Ames, nos EUA.

Para sobrevivermos a toda essa agressão química, o nosso organismo possui um intrincado mecanismo enzimático que elimina estas substâncias. O órgão que tem este importantíssimo papel é o fígado. O fígado possui um sítio específico na membrana intercelular – retículo endoplasmático – onde as substâncias tóxicas transportadas pelo sangue são absorvidas pelas células hepáticas. Antes que elas sejam removidas do organismo pelo sistema excretório (rins ou cólon) devem primeiro ser bio-transformadas e bio-inactivadas em substâncias menos tóxicas e mais solúveis em água. Esta primeira fase de limpeza que o fígado efectua chama-se activação ou oxidação. O problema nesta fase é que algumas substâncias podem transformar-se em radicais livres, quer dizer, em moléculas altamente reactivas perigosas para o sistema imunitário, chegando a causar danos irreversíveis nas membranas celulares, podendo dar origem a cancro. Por isso existe uma segunda fase de limpeza: a conjugação em que, através de enzimas anti-oxidantes (tais como o glutatione-s-transferasa, o SOD e outros), o fígado encarrega-se de neutralizar a produção de radicais livres. Contudo, quando o nosso organismo se sobrecarrega de tóxicos, quer por exposição crónica, quer por lentidão ou deficiência desses dois processos, ele começa a acumular perigosamente estes venenos nos nossos tecidos gordurosos, especialmente nos do cérebro e nas células nervosas de todo o corpo. Podem também surgir situações de depressão, cansaço e falta de memória, que já abordamos anteriormente.

Através de experiência pessoal e muitos anos de prática terapêutica, chegámos à conclusão de que é possível não só proteger eficazmente, mas também regenerar todas as células hepáticas, através de toda uma série de compostos – os flavonóides – que se encontram em quase todas as plantas hepatoprotectoras e nos novos antioxidantes de
última geração.

O sistema gastrointestinal é a parte do nosso organismo que mais está exposta ao efeito dessas toxinas. Portanto, preservar e fortificar a integridade da mucosa intestinal seria a condição essencial para evitar a sua absorção, mantendo-nos assim longe de qualquer problema de saúde. Ter uma excessiva permeabilidade vai não só aumentar a absorção de substâncias tóxicas externas como também aumentar as internas (endotoxinas), tais como anti-genes e microorganismos que permanecem normalmente no lúmen intestinal, tendo assim esta permeabilidade crónica que contribui ao desenvolvimento de certos problemas do sistema imunitário, disfunções hepáticas e outros.

  1. Este é o termo utilizado para designar todas as moléculas estranhas ao organismo humano, com capacidade de prejudicar o funcionamento normal de todos os tecidos celulares, e em muitos casos causar danos graves.
  2. Os nitratos ao ser ingeridos transformam-se em nitrosaminas, substâncias altamente cancerígenas.
  3. São muitas as substâncias que diminuem a espermatogênesis, quer dizer, a criação de espermatócitos. São os insecticidas organo clorados como o metoxicloro lindano e outros pesticidas como o dibromocloro propano (DBCP) ou os polichlorobifenlis.

Alberto Suarez Chang

A Arte de Bem Comer

A levedura de cerveja

A levedura de cerveja é uma fonte de proteínas completas. Contém 15 dos 20 aminoácidos de que necessitamos para fabricar todas as proteínas indispensáveis ao bom funcionamento do nosso organismo. Sobretudo indispensável para quem decida ter um regime vegetariano já que pode complementar os aminoácidos carentes na soja e outros grãos. Contém uma boa quantidade de quase todas as vitaminas do complexo B, principalmente thiamina, riboflavina, niacina, ácido pantoténico, piridoxina, biotina e ácido fólico.

Os sintomas da deficiência deste importante complexo incluem fadiga física e mental, perda de apetite, irritabilidade, nervosismo, depressão, problemas de pele, fissura dos lábios, etc. Também contém traço de minerais essenciais como ferro, zinco, selénio e crómio. Principalmente deste último a levedura é uma das suas mais ricas fontes. O crómio é um co-factor essencial para a actividade e eficácia da insulina, portanto fundamental para o metabolismo da glucose.

A insuficiência deste tipo de micro-elemento (que acontece com frequência com o consumo de hidratos de carbono refinados) eleva o nível de açúcar no sangue, produz hipoglicémia, intolerância de glucose nos diabéticos, endurecimento das artérias, aterosclerose e problemas no metabolismo de aminoácidos.

 

(Micro)algas

As algas – verdes, vermelhas (nori) ou castanhas (laminárias, wakame, kombu, etc.) e praticamente todas as algas comestíveis – contêm uma grande concentração de vitaminas, tais como B1, B2, B3, B12, C e caretenóides. A vitamina B12 ou cyanocobalamina, essencial para o crescimento do tecido nervoso da mielina e para a formação de glóbulos vermelhos, é encontrada pela primeira vez em fontes não animais. Também contêm uma importante quantidade de minerais. Em algumas delas representam entre 10 e 30% do peso da alga seca; de todos eles, talvez o iodo seja o mais importante.

O iodo actua sobre a tiróide para a produção de certas hormonas que asseguram o processo metabólico normal do organismo. Tanto a sua deficiência como o seu excesso podem bloquear o seu bom funcionamento e produzir o bócio, hipertiroidismo ou hipotiroidismo e toda uma série de problemas relacionados com isto. O iodo orgânico das algas é um excelente protector contra substâncias radioactivas como o strontium 90 e o iodo radioactivo 131, posto que bloquearia a sua absorção por competição. De todas estas algas, o kelp, da espécie das laminárias, vem sendo utilizado em terapia nutricional devido à sua grande concentração de outros traços de nutrientes essenciais, como hidratos de carbono, proteínas, vitaminas e minerais (principalmente iodo, magnésio, potássio, cálcio, fósforo, ferro e zinco).

As algas também contêm polisacarídeos como os alginatos que são utilizados eficazmente no tratamento de úlceras e queimaduras. Outro componente, o ácido algínico, é usado em processos de desintoxicação de metais pesados como chumbo, mercúrio e cádmio, assim como protector contra radiações de strontium. Entretanto, descobriu-se um componente polisacarídeo sulfatado, chamado fucoidan, com propriedades antitumorais (responsável pelo baixo risco de cancro no seio no Japão), anticoagulantes e fibrilíticos. Outro composto activo, o sulfato dextran, tem propriedades anti-virais (desactiva o vírus da herpes simples) e anti-microbiano de amplo espectro. E, por último, o cicloendesmol, um composto antifúngico utilizado contra a cândida albicans.

Devemos mencionar aqui três micro-algas realmente importantes por conter uma grande quantidade de substâncias nutricionais e terapêuticas: a chlorella, a spirulina e a alga “azul-verde” (aphanizaomenon flos aquae).

A chlorella pyrenoidosa é uma alga verde unicelular, com um altíssimo conteúdo de clorofila (28,9 g por kg) e vitaminas (C, beta caroteno, B12 e todo o complexo B), minerais (fósforo, magnésio, cálcio, manganês, zinco e cobalto), ácido lipóico, ácidos nucleicos, proteínas completas 60% (todos os aminoácidos em boa proporção à excepção de metionina), enzimas e outras substâncias terapêuticas como o glicolipidio chlorellin, que demonstrou possuir uma actividade antiviral, imunoestimulante e antitumoral pela sua indução à produção de interferon 10 e a activação das células B e T (linfócitos). A chlorella, graças à clorofila, estimula a formação de eritrócitos no sangue e acelera a produção de fibroblastos, as células responsáveis pela cicatrização de feridas. Os derivados de clorofila inibem as enzimas proteases, responsáveis pela inflamação e outros danos que causa a pancreatite. Também a clorofila tem uma actividade “lipotrópica”, ou seja, estimula a excreção de colesterol. Por último, a chlorella tem uma grande capacidade de desintoxicação de metais pesados, como o cádmio 14, mercúrio, urânio e chumbo. Assim como também remove pesticidas como o polychlorbiphenyl (PCB) e insecticidas como o chlordeconel.

A spirulina máxima é uma micro alga unicelular que pertence ao grupo das cyanophyceae que crescem sobretudo nas superfícies de lagos de água alcalina. Tem uma das percentagens mais altas de proteínas completas (60%), ou seja, possui todos os aminoácidos em proporção correcta. É uma das fontes mais extraordinárias de vitamina B12 (duas vezes mais do que o fígado) e de uma quantidade significativa de outras vitaminas do complexo B, principalmente a thiamina (B1) e riboflavina (B2). Contém também a provitamina A: betacaroteno e outros 16 diferentes tipos de caretenoides. Tem uma boa proporção de ácidos gordos essenciais ou poli-insaturados ómega-3, ómega-6 e gamma linolenic acid (GLA) assim como grandes quantidades de phicocyanins (estimulante do sistema imunitário), glicolipídeos, sulfonolipídeos, rhamnose e muitos minerais tais como magnésio, ferro, potássio, etc. Terapeuticamente utiliza-se em casos de vitaminose, úlceras, hipoglicémia, deficiência do sistema imunitário e prevenção de tumores.

A alga “verde-azul” pertence ao mesmo grupo de micro algas que a spirulina. Crescem na água fresca do lago Klamath, uma remota área ao Sul do Oregon (EUA). Como a spirulina, esta alga contém mais de 60% de proteínas completas, clorofila, betacaroteno, complexo B (sete vezes mais de B12 do que a spirulina) e toda a gama de minerais.

 

Gérmen de trigo

O gérmen de trigo é o embrião do grão, contém todos os recursos vitais que permite que uma nova planta se desenvolva. É rica em vitamina B (B1:1,7mg/100gr; B2: 03mg/100gr, B3, B6: 1mg/100gr, ácido fólico 398mcg/100gr)), vitamina E, aminoácidos como lisina (1,660mg/100gr) metionina, minerais como ferro (9,1mg/g), magnésio (285mg), fósforo (1,044mg) ou zinco (13,2mg) e proteínas (28g/100gr).

 

Pólen

O pólen é uma fonte de vitalidade muito rica de vitaminas, ácidos aminados e proteínas pré-assimiladas. Pode-se usar com outros adaptogénicos como regulador energético.

 

Óleos vegetais

As gorduras, em várias formas, são outro dos factores nutricionais que o nosso organismo necessita para funcionar correctamente. Alguns deles, os ácidos gordos essenciais (ómega-3 e ómega-6) produzem substâncias biológicas de capital importância sem as quais o nosso organismo não funciona. Grosso modo, poderíamos classificar as gorduras em três tipos: saturados, monosaturados e poliinsaturados.

As saturadas encontram-se maioritariamente em produtos animais como a manteiga de porco, derivados lácteos (queijo e manteiga), carne e em menor grau nos vegetais, com a excepção da manteiga de coco. As monosaturadas encontram-se principalmente representadas no azeite de oliveira. O azeite tem que ser extraído a frio, só através de processos mecânicos, e não refinado para ser denominado “virgem”. Só assim podemos aproveitar as suas componentes medicinais, como o ácido oleico, vitamina E, squalene, phytosterols e caretenoides – todos eles protectores de enfermidades cardiovasculares e tumorais. Por último, os poliinsaturados são todos os óleos vegetais (em estado líquido à temperatura ambiente) provenientes do milho, girassol, colza, sésamo, soja e outros.

Os ácidos gordos essenciais pertencem a este tipo de gordura, contudo, nem todos os poli-insaturados são essenciais: alguns óleos vegetais podem sofrer alterações perigosas, sobretudo quando são refinados, processados com calor ou utilizados para frituras. Os ácidos gordos essenciais dividem-se em dois grupos: o ácido linoleico (ómega-6), presentes principalmente nos óleos de girassol, milho e soja, e o ácido alfa linoleico (ómega-3) que se encontra em maior proporção no óleo de linho, e em menor percentagem no óleo de soja, avelãs, nozes e abóbora. Este ácido alfa linoleico converte-se no nosso organismo em ácido eicosapentaenoico (EPA, que se encontra em boa quantidade nos peixes de água fria, salmão, atum, trutas e cavala) e este ácido, por sua vez, converte-se numa importante hormona, a prostaglandina E-3. Muitíssimos estudos hoje em dia demonstram que o consumo destes peixes reduz significativamente o risco de enfermidades cardiovasculares. Por sua vez, este ácido linoleico transforma-se em ácido gama linoleico (desde que não encontre nenhum bloqueio na sua transformação) e este ainda, por sua vez, em “prostaglandina E-1. O ácido gama linoleico encontra-se presente nos óleos extraídos de plantas como borago officinalis e primula veris.

A actividade biológica dos ácidos gordos essenciais é vastíssima, contudo, alguma dela tem de ser mencionada. Eles formam parte da membrana celular, contribuindo para a sua fluidez e transportando oxigénio através das membranas assim como o crescimento e divisão celular; formam parte do tecido nervoso, afectam o desenvolvimento e função cerebral (incrementa a capacidade de aprendizagem), moderam as emoções, aliviam as depressões e equilibram a hiperactividade infantil. As prostaglandinas E-1 e E-3 são anti-inflamatórias, estimulantes do sistema imunitário (infecções) e moderam os problemas auto-imunes (como diabetes ou artrite reumatóide).

 

Atmosfera relaxada

O ruído ao qual estamos expostos quase todos no quotidiano é um dos factores mais esgotantes e perturbadores do sistema nervoso. No momento de almoçar ou jantar deveríamos apagar a televisão ou o rádio, baixar o volume do telefone (principalmente não atender) e distanciarmo-nos o mais possível de todas as fontes de ruído que ultrapassem os 60 decibéis (um restaurante que dê para a rua passa dos 80 decibéis). Então, devemos procurar o lugar mais tranquilo, harmonioso e confortável para podermos comer.

Por menos ideal ou bonita que possa ser a casa onde vivamos deveríamos sempre tratar de nos rodear de cores agradáveis e da beleza das plantas e flores. Por outro lado, deveríamos evitar comer quando estivéssemos apressados, ansiosos, irritados ou com falta de apetite. Ao comer em tais condições não se mastiga nem se saliva a comida apropriadamente e, por isso, a digestão perturba-se e dá origem a uma série de problemas gástricos, tais como gases, acompanhados de uma sensação de peso e sonolência o resto do dia. E, por último, os pratos têm que ser apresentados esteticamente de forma que sejam apetecíveis aos olhos.

 

Água pura

Não nos esqueçamos de que somos constituídos por uns 70% deste importantíssimo elemento: algo assim como 40 litros, dos quais 25 litros estão dentro das nossas células e 15 litros fora delas, no fluído extra-celular e no sangue. Esta quantidade deve permanecer aproximadamente constante para não afectar o equilíbrio metabólico. Em condições normais, perdemos no mínimo um litro de água e, dependendo do clima ou do tipo de actividade, como desportos, podemos perder um pouco mais de um litro e meio. Por isso devemos ingerir a cada dia pelo menos um litro e meio. Um défice de oito litros, o que só acontece com mais de seis dias de privação, pode ser fatal.

A composição da água varia de acordo com a fonte de onde provém. Algumas terão um conteúdo rico em magnésio, outras em cálcio, outras terão traços de lítio, etc. Infelizmente, a água encanada que bebemos contém também – assim como o ar e a terra – uma grande quantidade de substâncias tóxicas. Estas provêm em primeiro lugar das infiltrações que sofrem as camadas de água subterrânea, de pesticidas, herbicidas, fertilizantes (nitratos), detergentes, solventes e outros derivados petroquímicos. Em segundo lugar pelo material de canalização temos metais pesados como o chumbo e o cobre. E finalmente pelo tratamento que sofrem as águas potáveis como o sulfato de alumínio e cloro piora a sua toxicidade e muitas pessoas começam a ficar sensíveis a isso.

Para resolver este problema temos três alternativas. A primeira, reabastecer-se numa fonte de água que esteja o mais longe possível de qualquer indústria. Isto é um privilégio para uma grande maioria. A segunda, comprar garrafas de água mineral ou de fontes cuja composição química e bacteriológica estejam na etiqueta. E, por último, utilizar um filtro profissional, como o de “reverse osmosis”, que remove absolutamente todos os pesticidas, cloretos, metais pesados e micróbios. Só que também remove minerais importantes como o magnésio, cálcio e outros, portanto ter-se-ia que tomá-los como suplemento.

A Nutrição Inteligente

A nutrição é uma ciência completa e uma arte de usar os alimentos com equilíbrio. Com uma dieta carente de proteínas completas, de hidratos de carbono, de vitaminas e de minerais, seria impossível estar livre de enfermidades e gozar de um óptimo bem-estar físico e mental. Para isso é fundamental saber a composição de cada alimento, as compatibilidades alimentícias, o modo adequado de prepará-lo e ser consciente que a qualidade é muito mais importante que a quantidade. Por exemplo, uma cenoura contém uma grande quantidade de betacaroteno, sobretudo se provém de agricultura biológica, porém esta pode diminuir se não for consumida rapidamente, ou pode ser destruída completamente se for cozida mais de 5 minutos. Os queijos, sobretudo se são de leite cru, são uma excelente fonte de proteínas, porém quando se abusa deles, podem estimular uma excessiva produção de mucos, e se consumidos junto com os doces, bloqueamos a absorção de proteínas e formar uma glicosilação. Este processo causa uma modificação anormal na estrutura e funcionamento de muitas outras proteínas, de células e de tecidos. Por exemplo, acelera as complicações oculares dos diabéticos.

Todavia, apesar de termos uma alimentação razoavelmente aceitável, não conseguimos ter um aporte suficiente de vitaminas, minerais e outros nutrientes que nos permitam liberarmos a toxicidade ambiental, reparar o desgaste celular, reforçar o sistema imunitário e restaurar o sistema nervoso do stress da vida moderna. Necessitamos urgentemente de incorporar na nossa dieta quotidiana certos alimentos com uma alta concentração de nutrientes essenciais, tais como a levedura de cerveja (rica em complexo B e ácidos aminados), gérmen de trigo (vitamina E), pólen de flores, algas marinhas (iodo e ácido algínico), iogurte (proteínas e acidófilos), azeites poli-saturados de colza ou sésamo à pressão fria (precursor de prostaglandinas E1), assim como aumentar o nosso consumo de frutas ricas em vitamina C como o kiwi, a papaya, a toronja ou pomelo e o maracujá; também os alhos, o brócolos, o repolho roxo e os abacates (excelentes fontes de antioxidantes sulfurados, selenium e glutathione).

Todos esses supernutrientes podem ser suficientes na maior parte dos casos, porém quando sofremos de um processo infeccioso ou degenerativo (como artrite), ou quando a quantidade de metais pesados e outros xenobióticos é alta no nosso organismo, necessitamos de uma suplementação extra de todos os nutrientes essenciais tais como os antioxidantes (vitamina E, C, selenium), minerais (magnésio e zinco) e o complexo B em doses mais fortes.

Protecção Activa Contra Doenças Degenerativas

Estudos recentes demonstram que um indivíduo que se encontre exposto a um excesso de substâncias tóxicas devido à poluição ambiental ou à alimentação (pesticidas, metais pesados, excesso de álcool, fritos, alimentos queimados), tem uma maior possibilidade de, gradualmente, desenvolver problemas de saúde.

O grande número de problemas crónicos de saúde são devido ao/e por uma reduzida capacidade de desintoxicação do nosso próprio sistema de defesa, que se encontra condicionado pelo nosso património genético ( p. ex.: fumadores com uma pobre expressão genética da enzima do sistema de desintoxicação – glutathione transferase – apresentam uma maior possibilidade de desenvolver cancro do pulmão. Assim como, no caso de deficiência na expressão da enzima N-acetyltransferase, é maior a possibilidade de desenvolver cancro da mama).

Hoje em dia já esta estabelecido pela comunidade cientifica que a dieta pode ter uma influência directa na capacidade de desintoxicação. Certos nutrientes anti-oxidantes (fitoquímicos, bio-flavonoides, vitaminas, enzimas e ácidos aminados) podem influir num eficiente funcionamento do nosso sistema de desintoxicação, protegendo-nos assim contra agentes pro-oxidantes que são a causa directa de problemas degenerativos.

Alho

Antibiotics have always been a big No-No in my household – my mother believes that the body will heal itself without any external aid. Though we tease her about her blatant refusal to pop pills [till one of us is so sick that it’s either “pop pills” or just “pop”], I find that her belief has been passed on to me!

Uncontrollable drowsiness, invariably upset stomach, nausea and high probability of fungal infections are all immediate side effects that people using antibiotics must face. Personally, I don’t think it’s worth the trouble of going on a course of these if the illness isn’t major, and if there is a simpler alternative to consider.

Garlic has been used for its medicinal properties for thousands of years. The likes of Hippocrates, Galen, Pliny the Elder and Dioscorides are said to have spoken of garlic’s beneficial properties in getting rid of parasites, respiratory problems, poor digestion, and low energy.

More recently, in-vitro research shows that garlic can be used as an anti-bacterial, anti-viral, and anti-fungal! Curious about what makes this bulb so brilliant? ‘Allicin’ is the answer. Allicin is what is produced when a clove of garlic is crushed – it’s a natural antibiotic and an anti-fungal.

It is important to remember that its effectiveness begins to deteriorate as soon as crushed, and that if cooked, garlic has nearly no medicinal value.  This means that it’s best consumed raw. Some of you might cringe right now, but at the end of the day, it is much healthier and simpler than medication. Not to mention, cheaper and more useful – it has a number of other positive effects.

  • Taking one clove of garlic is very good for keeping cold and cough at bay.
  • Garlic has been proven to be very good for our cardiovascular system. It makes the arteries elastic, making them less prone to hardening.
  • Garlic has anti-bacterial and anti-viral properties so it helps in fighting off infections.
  • Garlic has antioxidant properties and can slow down the aging process and ward off certain types of cancers.
  • Garlic has anti-inflammatory properties that can help ease symptoms of arthritis, rheumatism and gout.

Garlic – A “Tried & Tested” Solution For Many Problems

Garlic has been used as an antiseptic since before World War I and as a remedy for scurvy since 1924. It helps reduce cholesterol levels, as found through a clinical trial by the National Institute of Health [NHI] in the USA, [published in the Archives of International Medicine, 2007]. Czech studies show that garlic has cardiovascular benefits. It is said that it can help control blood sugar levels and help in preventing certain complications of diabetes mellitus. Research shows that garlic even helps in the prevention of certain types of cancer.

Perhaps, in the end, bad-breath is a small price to pay for the never-ending list of great effects garlic can have on your health. After all, it can easily be fixed – brush your teeth (always a good thing!).

Fight Food Poisoning Bugs Quickly With Garlic

According to research published in the Journal of Antimicrobial Chemotherapy, it has been found that one of the garlic ingredients “diallyl sulphide is more effective than 100 times bigger doses of the antibiotics erythromycin and ciprofloxacin. And, it is also able to work in a fraction of the time taken by the drugs.

Raw garlic is known to be an effective solution for common food poisoning bacteria. In fact, garlic is known to be used for treating many different health conditions including stomach upsets, skin problems and infertility.

Try Garlic – It’s Good!

Unlike experimenting with other types of medicine, trying garlic won’t have any complications. And, when it seems like there’s nothing to lose, and maybe an easier way to stay healthy, try not to shy away from sampling the many benefits that this wonder bulb has to offer!

Reference:

http://www.naturalnews.com/035821_garlic_food_poisoning_antibiotics.html

http://www.naturalnews.com/029149_antibiotics_garlic.html